Plano para não carregar mais cestas
novembro 23, 2009 – 6:08 pm
No último final de semana aconteceu aqui em Curitiba a ‘Mostra SESC de artes universitárias’. Sexta, sábado e domingo vários grupos locais apresentaram as mais diversas montagens no SESC da Esquina, gratuitamente. Por questões de horário, infelizmente não pude assistir muita coisa. Na verdade, a única peça que eu acabei assistindo foi ‘Plano para não carregar mais cestas’, do coletivo ‘Eu também quero um carrinho de mercado’- que eu já havia assistido antes e queria não só assistir novamente, como escrever a respeito. Eis que agora aproveito a chance de fazer as duas coisas.
O trabalho do grupo centra-se na idéia da observação do espaço urbano, e na percepção de algo novo nesse espaço. Acredito eu que, ao fazerem isso, não podem evitar olhar para o ser humano como um todo: somos, afinal de conta, a mais sinantrópica das espécies. Leia a continuação do artigo…


Quem visita nosso blog deve ter encontrado algumas diferenças sútis na página inicial. A principio um header da Uol no topo da página e um logo do Portal MTV bem ao lado do links: Alguém + um livro, FAQ, Quem somos?, Sobre o Meia Palavra.
Este livro é um bom exemplo de falsa primeira impressão. A palavra romance, de alguma maneira, faz o livro parecer mais fácil. Porque, sim, este é um livro difícil. Não no sentido de mal escrito, ou mal traduzido ou de literatura rebuscada.
Nádia morreu de câncer. Rico, seu filho, parte então para o Tibet. Para fugir ou encontrar – sabe-se lá do que ou o quê: é o que ele próprio gostaria de descobrir. Ao partir deixa aqui sua namorada Ditta e seu pai Albert – que, entregues aos cuidados um do outro por Rico, acabam se envolvendo de modo tão perturbador quanto singelo. Ao mesmo tempo Bettine, amiga de Albert, tenta salvá-lo da desgraça eminente, obedecendo seus ciúmes.





