Plano para não carregar mais cestas

Escrito por Luciano R. M. em novembro 23, 2009 – 6:08 pm

carrinhosNo último final de semana aconteceu aqui em Curitiba a ‘Mostra SESC de artes universitárias’. Sexta, sábado e domingo vários grupos locais apresentaram as mais diversas montagens no SESC da Esquina, gratuitamente. Por questões de horário, infelizmente não pude assistir muita coisa. Na verdade, a única peça que eu acabei assistindo foi ‘Plano para não carregar mais cestas’, do coletivo ‘Eu também quero um carrinho de mercado’- que eu já havia assistido antes e queria não só assistir novamente, como escrever a respeito. Eis que agora aproveito a chance de fazer as duas coisas.

O trabalho do grupo centra-se na idéia da observação do espaço urbano, e na percepção de algo novo nesse espaço. Acredito eu que, ao fazerem isso, não podem evitar olhar para o ser humano como um todo: somos, afinal de conta, a mais sinantrópica das espécies. Leia a continuação do artigo…


Vermelho para ativar

Escrito por Colaborador Meia Palavra em novembro 21, 2009 – 12:15 pm

red_3Vermelho é uma cor de significados fortes. Não importa em qual esfera ela se encontre, sempre que o vermelho aparece, você sabe que tem de ficar atento ao que vai aparecer. Muitas vezes essa condição não quer dizer que os próximos acontecimentos serão bons, mas bom ou ruim depende somente da sua interpretação. Eu mesmo quando fui apresentado à Red, sabia que deveria ficar com os olhos atentos e ficar concentrado no que estava por vir em cada virada de página.

O plot dessa HQ não é o que podemos chamar de “o” mais original. A história gira em torno do ex-agente secreto Paul Moses, que depois de anos em código “verde” (desativado) se vê ameaçado pela entrada de um novo diretor na CIA. O problema é que toda vez que um diretor novo é posto dentro de seu cargo, deve ser informado de todas as operações importantes que já foram executas, ou seja, ele fica ciente de todos os podres da agência.

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Meia Palavra explica: Crepúsculo

Escrito por Colaborador Meia Palavra em novembro 20, 2009 – 12:52 am

crepusculoEstamos inaugurando mais uma seção aqui no blog, o Meia Palavra Explica. A ideia é selecionar um título para que alguns membros da equipe que já o tenham lido passem sua visão da obra brevemente. Para começar, vamos falar do fenômeno literário do momento, o livro Crepúsculo, da escritora norte-americana Stephenie Meyer. Publicado em 2005, o romance ganhou diversos prêmios, incluindo o “Top 10 Livros para Jovens Adultos” da American Library Association, entrou na lista de Best sellers do New York Times e Best selling de 2008, no USA Today. Acompanhe agora as impressões da Equipe Meia Palavra sobre o livro:

Pips: O que acontece com Crepúsculo? É fácil. Um livro infanto-juvenil com um herói perfeito, moldado para nossa época. Evita ser um adolescente qualquer, excluindo o fato de ser um vampiro, ele é gentil, doce e apaixonado. Edward Cullen é o maior inimigo (o novo Hanson dessa geração, o novo Garoto do Bloco, o Novo Menudo) dos jovens de hoje, justamente por ser tudo que as jovens de hoje consideram como modelo. Entretanto Bella também sofre pela inveja alheia: “como um homem tão perfeito consegue ir atrás dela?”, indagam fãs do mundo inteiro (e eu particularmente acho a Bella a parte mais interessante). Nesse embate não faltam suspiros, descobertas, constrangimentos, relações familiares e até um pouco de suspense. Esse último item, dosado de maneira astuta nos faz seguir até o final desse romance. E eu até fico feliz que um livro direcionado para jovens, numa leitura fácil, um romance de puro açúcar, não seja dissolvido em dias de chuva.

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Meia Palavra estreia no Portal MTV

Escrito por Pips em novembro 16, 2009 – 12:59 pm

logo_mtvQuem visita nosso blog deve ter encontrado algumas diferenças sútis na página inicial. A principio um header da Uol no topo da página e um logo do Portal MTV bem ao lado do links: Alguém + um livro, FAQ, Quem somos?, Sobre o Meia Palavra.

O que acontece é que agora o Blog Meia Palavra faz parte do Portal MTV. Agora o conteúdo postado no blog estará disponível para o portal e o nosso canal de colaboração (meiapalavra@meiapalavra.com.br) estará aberto a todos que escrevem resenhas sobre livros, autores e demais conteúdos de cultura e entretenimento. Também é possível aprofundar as discussões em nosso fórum.

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Destaques de outubro do Lutar com Palavras

Escrito por Anica em novembro 15, 2009 – 8:39 am

meiatwitterPara quem não está muito familiarizado com o Fórum Meia Palavra, nele temos um fórum especial apenas para a publicação de prosa e poesia de autoria dos usuários, chamado Lutar com Palavras. E justamente para prestigiar aqueles que compartilham conosco suas criações, a partir de junho começamos a escolher através de enquete os destaques nos subfóruns Prosa e Poesia. Além de ganhar um nick de cor diferente, o trabalho deles também é publicado aqui no blog.

Os destaques desse mês foram Membro FantasmaPoema de amor para Mikhail Potapitch Toptygin, ambos de Luciano R.M. (Poesia) e Leocádia, traga-me um café, de Urubu Rei  (Prosa). Parabéns para os dois autores, esperamos ver muito mais de vocês por aqui. Para ler os textos escolhidos como os melhores de outubro pelos membros do Meia Palavra, é só continuar lendo esse post.

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Um tipo de amor (Ray Kluun)

Escrito por Kika em novembro 12, 2009 – 11:52 pm

kluunEste livro é um bom exemplo de falsa primeira impressão. A palavra romance, de alguma maneira, faz o livro parecer mais fácil. Porque, sim, este é um livro difícil. Não no sentido de mal escrito, ou mal traduzido ou de literatura rebuscada.

Ao contrário, é escrito de maneira quase coloquial, com referências à cultura pop e aos cenários da moda, numa tradução que acredito ser boa, de uma editora que eu particularmente recomendo. O que faz desse um livro difícil é a carga emocional que o acompanha.

“Um tipo de amor” conta a história de Stijn e Carmen, um casal feliz, relativamente jovem, com uma bela filha chamada Luna, e duas carreiras de sucesso. Stijn e Frenk possuem uma próspera empresa de Marketing, e Carmen é uma espécie de “corretora de propagandas”. A não ser por um detalhe – Stijn sofre de monofobia crônica – têm uma vida perfeita. Até aquela consulta médica.

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O Mesmo Mar

Escrito por Luciano R. M. em novembro 10, 2009 – 2:42 pm

1iwjhhn4bNádia morreu de câncer. Rico, seu filho, parte então para o Tibet. Para fugir ou encontrar – sabe-se lá do que ou o quê: é o que ele próprio gostaria de descobrir. Ao partir deixa aqui sua namorada Ditta e seu pai Albert – que, entregues aos cuidados um do outro por Rico, acabam se envolvendo de modo tão perturbador quanto singelo. Ao mesmo tempo Bettine, amiga de Albert, tenta salvá-lo da desgraça eminente, obedecendo seus ciúmes.

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