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O Bobo da Rainha (Philippa Gregory)

Publicado por Colaborador Meia Palavra em agosto - 29 - 2010

Que a Inglaterra virou de ponta cabeça durante o reinado de Henrique VIII, todos sabemos, mas a história do que aconteceu depois do falecimento do monarca é pouco conhecida. Sabe-se apenas que Elizabeth foi rainha e fez o país prosperar sob seu governo.

Entre Henrique VIII e Elizabeth, nada mais nada menos do que três monarcas reinaram a Inglaterra: Eduardo VI, Jane e Mary. Eduardo é o filho de Henrique com sua terceira esposa: Jane Seymour ; Jane é colocada no poder através de artimanhas políticas e Mary, filha de Henrique com sua primeira esposa, Catarina de Aragão, é coroada rainha pelo povo que a admira.

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Os Filhos da Meia Noite (Salman Rushdie)

Publicado por Colaborador Meia Palavra em agosto - 12 - 2010

O artigo a seguir trata-se de um capítulo da monografia da colaboradora Josephyne Picanço de Carvalho, O Nacionalismo Literário em Os Filhos da Meia Noite de Salman Rushdie, que apresenta os aspectos nacionalistas presentes na obra em questão, lidando com temass como influência intercultural entre países colonizados e colonizadores. A pesquisa está disponível para ser lida na íntegra no site do curso de Letras da Universidade Federal do Paraná (para download, basta clicar aqui).

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OS FILHOS DA MEIA NOITE (SALMAN RUSHDIE)

Os Filhos da Meia Noite em questão conta a história do personagem-narrador Saleem Sinai, que, nascido no exato momento em que a Índia tornara-se independente, tem seu destino diretamente ligado à história de seu país. Saleem começa sua narrativa contando um pouco sobre a vida de seu avô, Aadam Aziz, que, dono de um nariz expressivamente grande, acaba por ferir seu órgão olfativo ao levar a testa ao chão para rezar; a partir de então, o rapaz decide não voltar a adorar deus algum. Aadam acaba de retornar de uma temporada de estudos na Alemanha e passa a ser discriminado por seus antigos amigos como se fosse ele próprio um estrangeiro.

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Meia Palavra Indica: Livros para o Dia dos Pais

Publicado por Colaborador Meia Palavra em agosto - 8 - 2010

Neste domingo, 08/8/2010, é comemorado no Brasil o Dia dos Pais. Por mais que você, caro leitor, não comemore essa data por achar comercial ou por qualquer outra razão. O Meia Palavra Indica os melhores livros para ler nesse dia em que o progênitor é homenageado.

Luciano: Uma questão pessoal, de Kenzaburo Oe: Bird é um jovem de Tóquio. Ele coleciona mapas da África e sonha com o dia em que poderá viajar para o continente, viver ao menos um pouco como seus heróis. Esse sonho, porém está por um fio: não apenas tornar-se-á pai como o seu filho nasceu com uma malformação. Condenado a tornar-se responsável por um bebê-monstro que terá um desenvolvimento intelectual limitado, Bird entrega-se ao álcool e aos braços de uma antiga amante. Kenzaburo Oe, que na vida real é pai de uma criançacom malformações e tem limitações mentais, explora o significado e o impacto de tornar-se de um jovem idealista em um pai- alguém responsável por uma outra vida, nesse caso, ainda mais frágil que o de costume.

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Xampu – Lovely Losers

Publicado por Colaborador Meia Palavra em agosto - 2 - 2010

A juventude está categorizada naquele grupo de temas complicados de serem abordados dentro do mundo das HQs. Aparentemente essa pode parecer uma afirmação sem sentido, já que as histórias em quadrinhos deveriam ter como público-alvo os “as gerações mais novas”, mas nesse caso o problema não está exatamente no produto e sim nos seus desenvolvedores, porque escrever sobre jovens para que outros jovens leiam, é dar início a uma experiência vivenciada no limiar dos clichês falhos. Felizmente, vez ou outra, obras como Xampu – Lovely Losers aparecem para mostrar que a “juventude”, mesmo tardia, pode ser uma temática bem explorada, chegando ao ponto de merecer uma indicação.

O roteiro de Xampu é focado dentro da vida de 4 personagens principais e os elementos em comum que os rodeiam. Max, O Sombra, Nicole e Raquel estão na capa da HQ como uma daquelas ilustrações que vinham no centro dos discos de vinil. A presença do LP e os personagens são suficientes para se deixar claro que essa não é uma história atual e nem sobre uma juventude “colorida”. Toda a trama se passa nos anos 80 e é recheada de citações à filmes, programas e bandas da época, ficando em maior apelo a parte musical já que O Sombra, um dos personagens principais, é vocalista de uma banda de Hard Rock e um apaixonado pela música e a fama que ela pode trazer. Leia a continuao desse artigo »

Meia Palavra Explica: O Evangelho segundo Jesus Cristo

Publicado por Colaborador Meia Palavra em julho - 31 - 2010

Publicado em 1991, O Evangelho segundo Jesus Cristo é uma das obras mais conhecidas do escritor português José Saramago. Mostrando um Cristo humanizado, o livro acabou se tornando polêmico em países cuja população é em sua maioria católica -  incluindo aí Portugal. Como consequência, o autor for perseguido em sua própria terra, sendo que após  o então Subsecretário de Estado de Cultura  vetar a participação do livro em um prêmio literário português, Saramago decide se exilar na Ilha de Lanzarote, onde permanceu até sua morte.

É como uma homenagem atrasada ao autor que faleceu em junho deste ano que trazemos agora o Meia Palavra Explica: O Evangelho segundo Jesus Cristo. A seguir, opiniões da equipe e colaborações de leitores sobre uma das obras que melhor ilustram a falta que Saramago fará para os que gostam de Literatura.

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A Guardiã da Meia-Noite – Sarah Jane Stratford

Publicado por Colaborador Meia Palavra em julho - 17 - 2010

Vampiros sempre foram criaturas que despertaram um grande interesse (ou, no mínimo, curiosidade) entre nós. Representados, sobretudo, através da literatura e do cinema, a temática vampiresca retornou de forma intensa nesta década – reforçando a idéia de que nenhum mito ou lenda caem em eterno esquecimento. E foi justamente o que Sarah Jane Stratford resgatou, ao publicar seu primeiro livro “A Guardiã da Meia-Noite”, retomando a essência destes personagens da noite.

Mestre em História Medieval, a autora uniu útil ao agradável: seu conhecimento acadêmico com sua paixão em contar histórias. O enredo possui um contexto histórico embasado – passando-se durante meses antecedentes à Segunda Guerra Mundial, o qual os vampiros do Tribunal de Londres buscam interferir. Embora a história possua certos mistérios em torno da real missão do grupo, o que acaba até confundindo de início, se prender à narrativa é fatal. A protagonista, Brigit, é uma vampira milenar que não se conforma com as atrocidades cometidas pelos nazistas e tem uma missão especial a ser cumprida: ser guardiã de duas crianças que lhe foram confiadas. Leia a continuao desse artigo »

Meia Palavra Indica: Livros para ler no Dia Mundial do Rock

Publicado por Colaborador Meia Palavra em julho - 13 - 2010

No dia 13 de Julho de 1985 foi realizado um concerto de rock para os famintos da Etiópia. Nesse dia diversas bandas do cenário do rock e pop da época fizeram shows memoráveis. Entre eles: Elvis Costello, U2, Queen, David Bowie, The Who, Sting, Phil Collins, Paul McCartney, Status Quo, entre outras. Um dos organizadores desse evento foi Bob Geldof, o famoso personagem principal do filme The Wall de Alan Parker, baseado no álbum homônimo do Pink Floyd. Esse dia ficou conhecido como O Dia Mundial do Rock e agora o Meia Palavra indica os melhores livros para se ler no dia 13 de julho:

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A Misteriosa Chama da Rainha Loana (Umberto Eco)

Publicado por Colaborador Meia Palavra em junho - 21 - 2010

Bueno.

Terminei a leitura do meu primeiro romance do Umberto Eco, A Misteriosa Chama da Rainha Loana. E posso dizer que, embora não seja dos melhores que li, as muitas horas de leitura até que valeram a pena.

Para falar sobre esse livro, não quero começar fazendo um resuminho do enredo. Quero que vocês entrem nele, ao menos aqui, às escuras. E quero isso porque isso é importante para esse livro. Por ora, digo que ele foi publicado pela Record, em 2005, que a tradutora é a Eliana Aguiar e que ele tem 456 páginas. E também que a narrativa divide-se em três grandes partes: “O Acidente”, “Uma memória de Papel” e “OI NOΣTOI”. Vamos a elas.

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Meia Palavra Explica: A Estrada

Publicado por Colaborador Meia Palavra em junho - 7 - 2010

Num futuro não muito distante, o planeta encontra-se totalmente devastado. As cidades foram transformadas em ruínas e pó, as florestas se transformaram em cinzas, os céus ficaram turvos com a fuligem e os mares se tornaram estéreis. Os poucos sobreviventes vagam em bandos. Um homem e seu filho não possuem praticamente nada. Apenas uns cobertores puídos, um carrinho de compras com poucos alimentos e um revólver com algumas balas, para se defender de grupos de assassinos. Estão em farrapos e com os rostos cobertos por panos para se proteger da fuligem que preenche o ar e recobre a paisagem. Eles buscam a salvação e tentam fugir do frio, sem saber, no entanto, o que encontrarão no final da viagem. Essa jornada é a única coisa que pode mantê-los unidos, que pode lhes dar um pouco de força para continuar a sobreviver.

A Estrada é um livro sobre a jornada de um pai e seu filho, nunca nomeados, numa terra pós-apocalíptica. O autor é Cormac McCarthy, mesmo de Onde os Velhos Não Têm Vez. Em 2009 foi lançada a versão cinematográfica dirigida por John Hillcoat e estrelada por Viggo Mortensen.

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“Fractal” de Marcela Godoy e Eduardo Ferigato

Publicado por Colaborador Meia Palavra em junho - 4 - 2010

Apesar de ser um leitor de quadrinhos preocupado com a relação da qualidade com a quantidade do que é produzido, posso afirmar que estou cada vez mais feliz por ver a adesão que as HQs estão tendo dentro do nosso país. Antes o mercado era meio restrito a grupos de autores e leitores com vícios autoafirmativos que, no contexto geral, ajudavam a criar estereótipos, excluindo quem estivesse fora do lugar comum. O leitor já esperava uma obra que tivesse uma carga “cultural” impregnada de clichês sobre a real condição do Brasil ou do seu povo. Ou seja, muitos deixavam de comprar HQs nacionais, porque tinham uma ideia do que estaria escrito e quais pontos seriam abordados constatando a falta de originalidade.

Podem chamar de preconceito, mas a verdade é que esses leitores estavam cansados de ver sempre o mesmo tipo de narrativa e regionalismos exagerados. Todos queriam algo original, porem que mantivesse o espírito brasileiro, e é justamente nesse ponto que a HQ Fractal se diferencia do produtor comum nacional.

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About Me

O Meia Palavra nasceu ao contrário: surgiu como um fórum, um espaço novo para discutir literatura entre amigos, e do fórum saiu a idéia de montar um blog para todas as pessoas que se interessam por literatura sem preconceitos e sempre de bom humor. O blog tem áreas também sobre música, cinema e quadrinhos, e o que mais for arte e interessante, e está aberto a colaborações. As atualizações regulares fazem com que sempre tenha alguma coisa nova, portanto, não deixe de conferir! A Equipe dá boas vindas e manda sentirem-se a vontade, mas avisa que quem quiser água vai ter que buscar lá na geladeira.

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