Invenções Literárias (parte II)

Publicado por Anica em abril - 22 - 2008

Dando continuidade à série “Invenções Literárias”, agora deixamos de lado as inspirações causadas por um monstro famoso para focarmos em um dos maiores detetives da Literatura. Quem? Elementar, meu caro leitor! Sherlock Holmes1! Criado no final do século XIX pelo então médico Sir Arthur Conan Doyle, Holmes tinha uma característica bastante marcante: a obsessão pela utilização do método científico ao investigar um caso.

Reza a lenda que esse traço da personalidade de Holmes é baseado em uma pessoa real que Conan Doyle conheceu, um professor da Universidade de Edimburgo chamado Joseph Bell. Seria herdada de Bell a mania de querer saber a verdade através dos menores detalhes. E é a partir dessa mania que chegamos à nossa invenção literária parte II: o luminol.

Para aqueles que não são apaixonados por séries investigativas no estilo CSI o termo pode parecer relativamente novo, mas devido ao recente caso com a menina Isabella, o método tem sido amplamente citado pela imprensa. Leia a continuao desse artigo »

  1. Observação: nos livros Holmes nunca disse “Elementar, meu caro Watson”. O bordão na realidade foi dito pela primeira vez pelo ator William Gilette, um dos primeiros a interpretar o detetive no teatro. []

Invenções Literárias (parte I)

Publicado por Anica em abril - 17 - 2008

A Literatura é famosa por servir de inspiração para fatos marcantes da humanidade em vários sentidos. Assassinatos, golpes de estado, grandes composições musicais… basta observar com olhos mais atentos e sempre encontraremos uma história em especial que abriu os olhos de alguém para algo até então desconhecido. E com esse papel de “musa”, talvez uma das relações mais interessantes seja estabelecida com a Ciência.

Com a série Invenções Literárias pretendo mostrar algumas invenções que podem ter sido inspiradas na Literatura, tamanha é a semelhança da idéia passada pelo autor com a realizada pelo inventor. Aviso desde já que trata-se de um artigo de caráter lúdico, que visa estimular a leitura de algumas obras estabelecendo relações com invenções. Portanto, iniciaremos com nada mais, nada menos do que a menina Mary Shelley, que aos 19 anos de idade criou um dos monstros mais famosos da história da Literatura.

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