A polêmica sobre A Guerra dos Tronos no Brasil

Publicado por Anica em agosto - 27 - 2010

Para os amantes da fantasia, já tem algum tempo que notícias sobre a adaptação da saga A Guerra dos Tronos de George R.R. Martin estão causando alguma agitação. Não é por acaso: o canal de tv responsável por passar os livros para a telinha é a HBO, famosa pela altíssima qualidade do que faz. E o elenco tem um velho conhecido das adaptações de fantasia, Sean “Boromir” Bean como Eddard Stark.

Junto com o anúncio da adaptação, mais boas notícias ainda na metade desse ano, quando no começo do mês a editora Leya anunciou que publicaria a tradução do primeiro livro (chegando por aqui como As Crônicas de Gelo e Fogo) e divulgou uma capa belíssima, para fã nenhum botar defeito (é a que ilustra esse artigo, para vê-la em tamanho ampliado, basta clicar sobre ela).

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10 Perguntas e Meia para Denise Bottmann

Publicado por Lucas Deschain em agosto - 9 - 2010

Denise Bottmann, nascida em Curitiba em 1954, é historiadora por formação e foi docente da Unicamp entre 1983 e 1996. Começou a traduzir em 1985 e, após uma interrupção na atividade, continua até hoje a trazer livros e mais livros para nosso idioma. Em seu currículo estão autores que vão desde John Boyne até Hannah Arendt, passando por Marguerite Duras, Edward Said e Edward Palmer Thompson. Mantém o blog Não Gosto de Plágio, onde traz à tona casos de plágio de traduções de algumas editoras brasileiras.  Atualmente está envolvida no debate pela modernização da Lei de Direito Autoral.

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Blogueira é processada por editora

Publicado por Colaborador Meia Palavra em fevereiro - 24 - 2010

plagioNós que frequentamos o Meia Palavra estamos acostumados a debater sobre os plágios de tradução e somos leitores do blog Não Gosto de Plágio, da tradutora Denise Bottmann, que faz um trabalho sério de busca e análise e eventuais casos de plágios de tradução. No blog ela apresenta os cotejos que para bom entendedor mostra como são claros os plágios muito mal disfarçados diga-se de passagem, pois que a Editora Landmark, cujos casos de plágio dos livro “Persuasão” de Jane Austen e “O morro dos ventos uivantes” de Emily Brönte foram denunciados no blog, está processando a Denise, como ela mesma nos conta:

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Os Gatos de Ulthar (H. P. Lovecraft)

Publicado por Tilion em maio - 28 - 2009

blackcatDizem que em Ulthar, que se situa além do rio Skai, homem algum pode matar um gato. E posso de fato crer nisso ao colocar meus olhos sobre aquele que se senta ronronando em frente à lareira. Pois o gato é enigmático e próximo a coisas estranhas que os homens não conseguem ver. Ele é a alma do antigo Egito e portador de contos de cidades esquecidas em Meroë e Ophir. É parente dos senhores da selva e herdeiro dos segredos da África sinistra e anciã. A Esfinge é sua prima e ele fala a língua desta; porém, é mais velho que a Esfinge e lembra-se daquilo que ela já esqueceu.

Em Ulthar, antes que os cidadãos viessem a proibir a matança de gatos, moravam em uma cabana um velho e sua esposa, que se deleitavam em capturar e matar os gatos de seus vizinhos. O porquê de fazerem isso eu não sei, exceto que muitos odeiam a voz do gato à noite e vêem com maus olhos o fato de os gatos correrem livremente de maneira furtiva por pátios e jardins no crepúsculo. Mas qualquer que fosse a razão, esse velho e sua mulher tinham prazer em capturar e matar cada gato que chegasse perto de seu casebre; e por alguns sons ouvidos depois do anoitecer, muitos aldeões julgavam que o modo do assassínio era extremamente peculiar. Contudo, os aldeões não discutiam tais coisas com o velho e sua esposa, tanto por causa da expressão habitual nos rostos secos dos dois como pelo fato de que sua cabana era tão pequena e ficava oculta tão sombriamente sob carvalhos que se espalhavam nos fundos de um pátio mal cuidado. Na verdade, ainda que os donos dos gatos muito odiassem essa gente estranha, temiam-na ainda mais; e em vez de recriminá-los como assassinos brutais, simplesmente cuidavam para que nenhuma mascote ou rateiro fosse em direção ao casebre afastado sob as árvores escuras. Quando devido a algum descuido inevitável dava-se pela falta de um gato e ouviam-se sons após o anoitecer, aquele que o perdera lamentava impotente ou consolava-se agradecendo ao Destino por não ter sido um de seus filhos a desaparecer de tal forma. Pois as pessoas de Ulthar eram simples e não sabiam de onde todos os gatos vieram originalmente.

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Palavras sem tradução

Publicado por Colaborador Meia Palavra em maio - 24 - 2008

Tem uma besteirinha que me diverte um monte.
Palavras sem tradução.
Elas mostram muito sobre as diferenças das culturas.
O fato de os esquimós terem dezenas de palavras para “neve” é um clássico!
E a revista Língua Portuguesa publicou matéria sobre o assunto com direito a alguns exemplos.
Quem souber de outros, por favor me envie! Leia a continuao desse artigo »

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O Meia Palavra nasceu ao contrário: surgiu como um fórum, um espaço novo para discutir literatura entre amigos, e do fórum saiu a idéia de montar um blog para todas as pessoas que se interessam por literatura sem preconceitos e sempre de bom humor. O blog tem áreas também sobre música, cinema e quadrinhos, e o que mais for arte e interessante, e está aberto a colaborações. As atualizações regulares fazem com que sempre tenha alguma coisa nova, portanto, não deixe de conferir! A Equipe dá boas vindas e manda sentirem-se a vontade, mas avisa que quem quiser água vai ter que buscar lá na geladeira.

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